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	<title>Vogg Branded Content &#124; Uma empresa que produz conteúdo! &#187; inteligencia coletiva</title>
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		<title>Pierre Lévy ministra palestra e concede entrevista à Vogg</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 17:17:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perfil]]></category>
		<category><![CDATA[CIRS 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista com Pierre Lévy]]></category>
		<category><![CDATA[esfera semântica]]></category>
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		<description><![CDATA[O filósofo da informação, escritor e professor do Departamento de Comunicação da Universidade de Ottawa no Canadá, Pierre Lévy, ministrou neste sábado (13) a última palestra da CIRS 2010.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www2.vogg.com.br/wp-content/uploads/2010/03/foto-Pierre-Levy21.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-485" title="foto-Pierre-Levy2" src="http://www2.vogg.com.br/wp-content/uploads/2010/03/foto-Pierre-Levy21.jpg" alt="" width="430" height="286" /></a></p>
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<p style="text-align: justify;">O filósofo da informação, escritor e professor do Departamento de Comunicação da Universidade de Ottawa no Canadá, <strong>Pierre Lévy</strong>, foi a estrela da <strong>CIRS 2010</strong>. Ele ministrou neste sábado (13) a última palestra do evento, cujo tema era o futuro da investigação em redes sociais e mostrou como é possível usar as redes para gerenciar e potencializar o conhecimento humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Levy iniciou a palestra falando que a evolução do homem foi possível graças a algumas habilidades de diferenciação dos animais, ou seja, a construção de diálogos (mundo de significados), a capacidade de contar histórias (percepção do tempo) e a organização do pensamento (relações de causa e efeito). Segundo o filósofo, os mitos são relatos e hoje eles são muitos. “Nós contamos histórias e a capacidade de guardá-las no acervo da humanidade chama-se <strong>inteligência coletiva</strong>”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Na palestra, Lévy situou o ciberespaço no desenvolvimento da comunicação humana a partir de cinco estágios:</p>
<p style="text-align: justify;">- Oralidade: tradição oral;<br />
- Escrita: memória, técnica autônoa da imagem;<br />
- Alfabeto: universalização e digitalização da escrita;<br />
- Imprensa: reprodução técnica do alfabeto e de imagens<br />
- Ciberespaço: ecossistema de idéias e constituição da noosfera</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Levy não é possível entender as redes sociais sem compreender a comunicação humana. É preciso desvendar o modo como as redes de pessoas se relacionam com redes de comunicação, materiais, do meio ambiente e como se relacionam a governos, valores, direitos, economia, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">O ponto crucial da palestra foi quando o filósofo mostrou que hoje o mundo de informações da rede mundial faz com que nos sintamos em uma espécie de segundo dilúvio, impossibilitados de abraçar o todo e definir o que é essencial. É por este motivo que ele tem se esforçado em pesquisar como cada indivíduo pode fazer a sua própria seleção, de modo a dar um sentido às informações disseminadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Pierre Lévy descreveu uma maneira de fazer a <strong>gestão de conhecimento pessoal</strong>. “Sem pensar no individual, não é possível fazer a gestão do conhecimento coletivo”, disse. Segundo ele, todo indivíduo que pretende encontrar lógica no caos deve passar pelas seguintes etapas:</p>
<p style="text-align: justify;">- Atenção ao ambiente;<br />
- Conexão com fontes valiosas (selectividade);<br />
- Coleta e agregação de fluxos de informações;<br />
- Filtragem manual e automática;<br />
- Categorização, tagging, sistema de classificação;<br />
- Gravação na memória de longo prazo. Não apenas no micro, mas na rede, pois é mais seguro e social.<br />
- Síntese. Posts em blogs.<br />
- Compartilhamento de informações em mídias sociais e conversas sobre o que foi pesquisado.<br />
- Reavaliação, redefinição de prioridades, novas fontes.</p>
<p style="text-align: justify;">Na palestra, Levy apresentou uma preocupação com a falta de um sistema comum de metadados. De acordo com o estudioso, a Internet levou bastante tempo para ser construída e hoje ainda não podemos dizer que ela evoluiu completamente. “Nós estamos no meio deste desenvolvimento”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Levy afirmou que no início houve a manipulação automática de símbolos (computador – código binário), depois os computadores puderam ser conectados (internet), em seguida surgiu a possibilidade de conectar documentos e dados (web) e hoje estamos caminhando para a consolidação da esfera semântica.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudioso afirmou que a web semântica pretende adicionar um novo nível que expresse a qualidade dos metadados, ou seja, uma linguagem universal, não falada por pessoas, mas por computadores na Internet. Esta nova possibilidade abrirá novos caminhos para a consolidação do conhecimento humano. As inteligências coletivas individuais serão somadas e compartilhadas por toda a sociedade, potencializadas com o advento das novas tecnologias de comunicação.</p>
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<h2 style="text-align: justify;"><strong>Entrevista com Pierre Lévy</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Após a última palestra da CIRS 2010, a equipe da Vogg abordou Pierre Lévy. Ele aceitou conceder a entrevista, mas se mostrou arredio. De acordo com as organizadoras do evento, esta atitude é natural para uma pessoa que não está acostumada com a recepção calorosa do brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O maior filósofo da informação não entende porque as pessoas gostam tanto dele, querem tirar fotos e fazer entrevistas. Apesar da dificuldade para entrar em contato com o estudioso, a Vogg conseguiu uma entrevista exclusiva. Confira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como o senhor vê as empresas que utilizam as mídias sociais para promover a marca?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As companhias fazem parte das mídias sociais assim como as próprias pessoas. Não vejo porque não divulgar produtos e serviços. O que temos em mente é que a Internet é um hipermetadocumento e muitas vezes, é difícil selecionar o que é essencial em meio ao dilúvio de informações. No entanto, já é possível criar mecanismos de gestão do conhecimento individual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual é a sua opinião a respeito do branded content como estratégia comunicativa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O branded content é uma ótima estratégia de marketing. Hoje, é natural e compreensível, na atual atmosfera sócio-econômica mundial, que as corporações divulguem a marca desta maneira.</p>
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		<title>Social Media Marketing: Como a PepsiCo acertou o alvo</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[case]]></category>
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		<description><![CDATA[As campanhas de marketing através de mídias sociais estão provando ser verdadeiras minas de ouro, principalmente com o envolvimento das empresas e a percepção do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As campanhas de marketing através de mídias sociais estão provando ser verdadeiras minas de ouro, principalmente com o envolvimento das empresas e a percepção do poder que as redes proporcionam. Um bom exemplo de case é o da <strong>PepsiCo</strong>, que está indo longe ao fomentar uma colaboração com os consumidores com um grande retorno.</p>
<p>A divisão da PepsiCo responsável pela bebida <strong>Mountain Dew</strong> anda dedicada ao <strong>“Dewmocracy”</strong>, um trabalho que envolve grande participação de consumidores para o lançamento de novos sabores da bebida. A prova deste empenho é que em 2010 a PepsiCo investirá 20 milhões de dólares em campanhas de mídias sociais, ao invés de investir em anúncios televisivos.</p>
<p>Lançada inicialmente em 2007, a primeira campanha “Dewmocracy” permitia que os consumidores pudessem escolher o novo sabor da bebida Dew, escolhendo ainda a cor, o nome e o visual da embalagem. Mais de 470 mil pessoas votaram, e mais de 1 milhão de pessoas foram envolvidas em algum momento do processo, através de um site interativo. O sabor ganhador foi lançado em janeiro de 2009.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-295 aligncenter" title="dewmocracy" src="http://www2.vogg.com.br/wp-content/uploads/2010/02/dewmocracy.jpg" alt="Campanha da PepsiCo: Dewmocracy" width="406" height="305" /></p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Já na segunda campanha “Dewmocracy”, lançada em julho de 2009, com o mesmo objetivo, o de criar um novo sabor, a interação aconteceu através de diversas redes sociais: <strong>12seconds.tv</strong>, <strong>Twitter</strong>, <strong>Facebook</strong> e <strong>YouTube</strong>. Através a explosão das redes sociais, o objetivo era escolher entre três sabores apenas um, para integrar oficialmente a família Mountain Dew. A participação dos consumidores está sendo massiva.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZEnFVkFMPKg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/ZEnFVkFMPKg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">Os fãs da bebida se uniram e formaram três times, para três sabores diferentes, que começarão a ser divulgados em abril. Cada grupo deve divulgar o seu sabor favorito. Através de votações, o sabor ganhador será mais um integrante oficial do grupo de bebidas Mountain Dew, a ser lançado em setembro. A ideia é de que o público participe ativamente de todas as etapas do processo.</p>
<p>O que os porta-vozes da PepsiCo chamaram de  inteligência coletiva, através da colaboração dos fãs, mostra o poder do “boca-a-boca”, no lugar de uma campanha publicitária. A grande vantagem é reconhecer a paixão que as pessoas têm pela marca e poder ouvi-las sem filtros, afirmam os porta-vozes.</p>
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		<title>Vantagens do ambiente colaborativo nas empresas</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 19:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente colaborativo]]></category>
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		<description><![CDATA[Sabendo utilizar, o ambiente colaborativo pode criar um valioso capital intelectual e tornar-se um importante diferencial de competitividade para a organização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas empresas já perceberam as vantagens de criar um ambiente propício para que seus colaboradores possam <strong>compartilhar o conhecimento</strong>. Na chamada era da informação não há mais justificativa para que ideias, conhecimentos e dados fiquem guardados a sete chaves.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“A única vantagem sustentável que uma empresa tem é aquilo que ela coletivamente sabe, a eficiência com que ela usa o que sabe e a prontidão com que ela adquire e usa novos conhecimentos” </em>DAVENPORT e PRUSAK</p>
<p>Muitas vezes esse compartilhamento acontece de maneira espontânea. Inicia com um pequeno grupo, geralmente mais familiarizado com as novas tecnologias, que logo consegue o engajamento dos demais colegas. Nesses casos, pode ser mais fácil para a organização incentivar o uso dos <strong>recursos colaborativos</strong>. Mas é importante que o grupo não se sinta ameaçado ou controlado, impedindo que as ideias continuem sendo compartilhadas espontaneamente. Para isso a empresa deve se dispor a manter um diálogo aberto, sem a imposição de normas muito rígidas. É válido, por exemplo, propor reuniões periódicas para que o que foi compartilhado possa ser discutido com mais profundidade e assim definir o que é possível colocar em prática.</p>
<p>Caso parta da empresa <strong>criar um ambiente colaborativo</strong>, o esforço provavelmente será maior, mas por outro lado será mais fácil organizar e acompanhar o processo. Para iniciar, é importante que a empresa opte por sistemas mais simples, para que os colaboradores se sintam à vontade ao lidar com a ferramenta. Sugerir temas e tópicos, criar uma lista com melhores práticas, bem como disponibilizar manuais, tutoriais, relatórios entre outros documentos da empresa também é uma maneira de incentivar a colaboração.</p>
<p>Sabendo utilizar, o <strong>ambiente colaborativo pode criar um valioso capital intelectual</strong> e tornar-se um importante diferencial de competitividade para a organização.</p>
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