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	<title>Vogg Branded Content &#124; Uma empresa que produz conteúdo! &#187; comunicação digital</title>
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	<description>Só mais um site WordPress</description>
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		<title>Pelos poderes da rede, nós temos a força!</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 16:33:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que os tumultos em Londres, a queda do ditador Mubarak no Egito, a tomada de várias praças na Espanha e o tuitaço contra Ricardo Teixeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O que os tumultos em Londres, a queda do <strong>ditador Mubarak</strong> no Egito, a tomada de várias <strong>praças na Espanha</strong> e</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1447" title="Twitter_teclado" src="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Twitter_teclado.jpg" alt="" width="184" height="138" /></p>
<p style="text-align: left;">o tuitaço contra <strong>Ricardo Teixeira</strong> têm em comum? Todas essas manifestações são a somatória de vozes que compartilham de uma mesma opinião e encontram nas <strong>redes sociais</strong> uma maneira de potencializar sua revolta. E conseguiram resultados reais. Com exceção, por enquanto, de Ricardo Teixeira.</p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p><strong>Marchando pela rede</strong></p>
<p>As redes sociais são a principal plataforma utilizada pelos jovens ingleses para sincronizar seus protestos – bastante violentos, por sinal – que tanto vem se destacando na imprensa nas últimas semanas. Consequência disso, o primeiro ministro britânico, James Cameron, levantou uma polêmica questão: bloquear a <strong>comunicação digital</strong>, em especial <strong>Twitter</strong>, <strong>Facebook</strong> e Blackberry Messenger, que, de acordo com o ministro, são os principais meios de comunicação dos desordeiros.</p>
<p><a href="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2011/08/egito.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1411" title="egito" src="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2011/08/egito.jpg" alt="" width="300" height="242" /></a></p>
<p>O Egito também tentou bloquear a <strong>comunicação digital </strong>para impedir que os cidadãos que eram contra o regime ditatorial de Hosni Mubarak agissem, inclusive detendo blogueiros e profissionais como o Diretor de Marketing do <strong>Google</strong> para o Oriente Médio, Wael Ghonim.</p>
<p>Apesar do esforço do governo, em 11 de fevereiro, após muita sincronia virtual, milhares de manifestantes se reuniram na <strong>Praça Tahir</strong>, no Cairo, e conseguiram a renúncia do ditador Mubarak.</p>
<p><strong>Spanish Revolution</strong></p>
<p>A <strong>crise na Europa</strong> também não passou incólume pela força da web. Na Espanha, em maio desse ano, as insatisfações contra a condução da economia e política local ganharam força na <strong>internet</strong>, e logo tomaram as ruas: <strong>#spanishrevolution</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2011/08/spanishrevolution2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1440" title="spanishrevolution" src="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2011/08/spanishrevolution2.jpg" alt="" width="325" height="244" /></a><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Desde o princípio as redes sociais e outras formas de comunicação via internet (web e listas de e-mail) foram fundamentais para o movimento que tomou forma no dia 15 de maio. Antes da manifestação já havia várias ideias pela internet que foram percussoras. A manifestação que ocorreu esse dia reuniu milhares de pessoas que quando voltaram a suas casas viram como os meios tradicionais as menosprezavam. Também viram, pela internet, algumas pessoas que permaneceram acampadas na Puerta Del Sol (centro de Madrid) e a partir daí tomou corpo o movimento coordenado e institucionalizado que é o <strong>#15M.</strong>”, afirmam os responsáveis pela Comissão de Difusão do Movimento 15M na Rede, que hoje centraliza sua comunicação online na web <strong><a href="http://madrid.tomalaplaza.net"><span style="color: #ffff00;">http://madrid.tomalaplaza.net</span></a><span style="color: #ffff00;">/</span></strong>, onde divulgam ideais, notícias e manifestos.</p>
<p><a href="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2011/08/puerta-del-sol2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1441" title="puerta-del-sol" src="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2011/08/puerta-del-sol2.jpg" alt="" width="600" height="393" /></a></p>
<p>Esse incrível vídeo feito em parceria pela <strong>Universidade de Zaragoza</strong> mostra como as principais palavras chave ligadas ao movimento foram sendo usadas pelos internautas espanhóis entre 25 de abril e 26 de maio de 2011, hora a hora, com mensagens vindas de diferentes pontos do país. Ao passar do tempo, o volume de mensagens cresce e se intensifica em alguns pontos da <strong>Espanha</strong>. Vale à pena conferir.</p>
<p><object width="480" height="390"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/H5w4amBIHj4?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/v/H5w4amBIHj4?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Protestos on e off – há uma diferença?</strong></p>
<p>Para os representantes do movimento <strong>#15M</strong>, um dos pontos que mais lhes chamou a atenção foi a separação entre on e offline. E aqui não falamos de campanhas que surtem efeitos em uma ou outra plataforma, mas como uma mídia está mais isenta de critérios que a outra – em especial para os manifestantes que gritavam “televisão, manipulação”, e que diziam que a realidade mostrada pela TV era totalmente diferente da vivida nas ruas e subida em vídeos amadores na internet.</p>
<p>“Cada vez mais pessoas estão deixando de ser consumidores passivos de informação. Na verdade, acreditamos que a população está assumindo a máxima ‘don´t hate the media; be the media’”, afirma a Comissão.</p>
<p><strong>E por aqui&#8230;</strong></p>
<p>Por aqui, a mais recém manifestação foi contra o presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Via Twitter, os internautas conseguiram emplacar a hashtag <strong>#adeusrt</strong> na lista dos <a href="http://www.vogg.com.br/replay/os-trending-topics-mais-comentados-do-momento.html">Trending Topics</a> mundiais. E para sair do microblog para a macro sociedade é um pulo. Logo a notícia ganhou a pauta de jornais – esportivos ou não, e manifestantes se organizaram para uma marcha contra Teixeira, justo na data do sorteio das eliminatórias da Copa de 2014.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2011/08/fora-ricardo-teixeira.jpg"><img class="size-medium wp-image-1445 alignleft" title="fora-ricardo-teixeira" src="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2011/08/fora-ricardo-teixeira-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Infelizmente, a experiência brasileira levou apenas 50 manifestantes para as ruas, sendo endossado apenas pelos velhos manifestantes políticos que protestavam contra o prefeito e governador.  Será que somos mesmo acomodados?</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>De acordo com o publicitário e especialista em mídias sociais<strong> Israel Degásperi</strong>, do blog<strong> <a href="http://midiassociais.blog.br/"><span style="color: #ffff00;">http://midiassociais.blog.br/</span></a></strong>, é muito fácil fazer a revolução do sofá: “com um click ou um RT, ou um compartilhar no Facebook, você consegue tirar o peso da consciência e pensar: pronto, fiz a minha parte. Mas o ideal é que essa ação parta também para o offline,&#8221; diz.</p>
</div>
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		<title>Como o iPad poderá mudar o mercado publicitário</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 11:20:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas, com o lançamento do iPad da Apple, os editores de livros pensaram ter sua sentença de morte anunciada, enquanto as agências podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas semanas, com o lançamento do<strong> iPad</strong> da <strong>Apple</strong>, os editores de livros pensaram ter sua sentença de morte anunciada, enquanto as agências podem ter conseguido uma nova oportunidade no mercado de conteúdo. É o que afirma <strong>Phil Johnson</strong>,<strong> CEO da PJA Advertising &amp; Marketing</strong>.</p>
<p>Johnson acredita que o <strong>iPad </strong>é a aposta da <strong>Apple</strong> para o futuro dos livros, jornais e revistas, pois eles podem fazer para o conteúdo textual o mesmo que fizeram para a música com o <strong>iTunes</strong>. Qualquer tipo de comunicação escrita ficará mais fácil de ser adquirida e de ser consumida numa bela tela de 9.7 polegadas. A Apple acredita que isso poderá criar um mercado totalmente novo para livros e publicações com sua livraria online.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www2.vogg.com.br/wp-content/uploads/2010/02/safari_20100127.jpg"><img class="size-medium wp-image-349 aligncenter" title="safari_20100127" src="http://vogg.com.br/wp-content/uploads/2010/02/safari_20100127-272x300.jpg" alt="iPad - Apple. Reprodução" width="272" height="300" /></a></p>
<p>O <strong>iPad</strong> é um passo importante porque cria um novo canal de compartilhamento de conteúdo com o público consumidor, e sendo uma ferramenta multimídia, pode encorajar a leitura. Assim como o iTunes criou um canal de distribuição para conteúdo em áudio e podcasts, a livraria virtual da Apple poderá criar um canal de conteúdo textual, como o <strong>Branded Content</strong>.</p>
<p>A grande novidade é que o iPad pode revolucionar a relação que temos hoje com livros, já iniciada por outros leitores de e-books. Mesmo os mais céticos devem se inclinar à ideia de ter uma livraria inteira nas mãos, e o problema das vendas pode ser solucionado pela loja virtual da Apple. O iPad deve revolucionar o conceito de e-book, agora com a possibilidade de uma experiência multimídia.</p>
<p>Será possível incorporar vídeos, criar links e introduzir interatividade, por exemplo: livros de arte podem levar ao leitor a museus e livros de história podem levá-lo aos locais sobre os quais lê. Também poderá ser possível interatividade entre leitores, com autores e editores. O jornal mágico interativo de Harry Potter, o Profeta Diário, pode estar mais próximo da realidade do que imaginamos.</p>
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		<title>Estudo: Vídeo com Branded Content é mais efetivo do que anúncios convencionais</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Digital Broadcasting Group (DBG) publicou recentemente uma pesquisa mostrando a relação de efetividade entre vídeos com Branded Content e vídeos com anúncios comuns. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.dbgroup.tv/" target="_blank"><strong>Digital Broadcasting Group (DBG)</strong></a> publicou recentemente uma pesquisa mostrando a relação de efetividade entre vídeos com <strong>Branded Content</strong> e vídeos com anúncios comuns. O estudo mostrou que os usuários assistem e interagem significativamente mais com o <strong>Branded Content</strong> do que com o anúncios curtos, semelhantes aos mostrados em televisão, com 30 ou 60 segundos.</p>
<p>A pesquisa analisou as diferenças entre os dois tipos de vídeo com foco em dois tipos de dados: a taxa de interação e o tempo médio de exposição. Os vídeos com formato mais longo, os com<strong> Branded Content </strong>tiveram uma média de 9% de taxa de interação, enquanto os vídeos de formato mais curto tiveram uma média de 3%. O tempo de exposição dos vídeos de formato mais longo foi em média de 63 segundos, enquanto para os vídeos de formato curto o tempo médio foi de 34 segundos. Ou seja, os usuários interagem mais com Branded Content e assistem esses vídeos durante mais tempo.</p>
<p>AJ Vernet, presidente de vendas e Marketing do Digital Broadcasting Group, explica que, mesmo não se tornando um viral, um vídeo na internet pode fazer sucesso se o anunciante pensar em criar um conteúdo de qualidade, acima de tudo. &#8220;Os anunciantes devem começar a pensar fora da caixa, e dizer &#8216;como eu associo a minha marca a um conteúdo interessante?&#8217;&#8221;, esclarece Vernet, em<a href="http://videos.webpronews.com/2009/11/24/reaching-your-audience-through-online-video/" target="_blank"> entrevista à WebProNews</a>.</p>
<p style="text-align: left;">Um exemplo de Branded Content em vídeo é a campanha “<strong>Green Done Right</strong>”, realizada pelo Digital Broadcasting Group para a marca<a href="http://www.scottnaturals.com/" target="_blank"> <strong>Scott Naturals</strong></a>.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="382" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://blip.tv/play/g585gYjcSwI" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="382" src="http://blip.tv/play/g585gYjcSwI" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">A campanha procura associar a marca de papel higiênico, lenços e toalhas descartáveis à ideias de colaboração com o meio ambiente.</p>
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		<title>Bruno Rodrigues e o “conteúdo totalflex”</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 15:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A tecnologia e as novas formas de consumo de conteúdo que ela possibilita exercem uma influência incontestável sobre a atuação dos profissionais de Comunicação. Nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia e as novas formas de consumo de conteúdo que ela possibilita exercem uma influência incontestável sobre a atuação dos profissionais de Comunicação. Nossa atividade não é mais regida pela lógica do jornalismo tradicional de redação. E hoje, além dos usuários ativos que produzem muito conteúdo e saem distribuindo através de diversas plataformas, nós, comunicadores por formação, estamos disputando mercado com profissionais de outras áreas.</p>
<p>E para comentar sobre esse assunto que deixa muita gente por aí de cabelo em pé, conversamos com o prestigiado Bruno Rodrigues, Consultor de Informação e Comunicação Digital e autor de Webwriting &#8211; Redação &amp; Informação para a Web, cuja nova edição está prevista para sair em breve. Em um papo rápido, Bruno coloca sua opinião sobre como se deve produzir conteúdo atualmente e apresenta suas expectativas para o futuro da Comunicação na Era Digital.</p>
<p><img style="margin: 10px;" title="Bruno_Rodrigues[1]" src="../wp-content/uploads/2009/11/Bruno_Rodrigues12-199x300.jpg" alt="Bruno_Rodrigues[1]" width="199" height="300" align="left" /> <strong>Como as novas formas de consumo de conteúdo influenciam na maneira de produzir?</strong><br />
Hoje, pensar e produzir conteúdo é criar materiais que não criem amarras com uma mídia específica, mas que ao mesmo tempo seja possível trabalhá-los em várias plataformas. É o que chamo de &#8216;conteúdo totalflex&#8217;. Nunca, no processo de criação de conteúdo, houve tanta necessidade de aliar imaginação e conhecimento às limitações e possibilidades tecnológicas. É uma tarefa que, obviamente, não é para qualquer um.</p>
<p><strong>Com base nas mudanças na distribuição e produção de conteúdo, quais as suas expectativas para a Comunicação e para a atuação dos profissionais da área?</strong><br />
Os profissionais desta área estão próximos da desvantagem. Como este mercado supervaloriza a prática, o conhecimento é visto como necessidade secundária. Por isso, profissionais de outras áreas e que se fiam mais pelo que aprendem na Academia, como bibliotecários, analistas de sistemas e engenheiros, estão preenchendo vagas que poderiam ser de jornalistas e publicitários. Mas o jogo nem está na metade – ainda dá tempo para virar o placar.</p>
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