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	<title>Vogg Branded Content &#124; Uma empresa que produz conteúdo! &#187; branding</title>
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		<title>Virais malditos: eles dão mesmo retorno?</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 17:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vídeos como "Pôneis Malditos" e "Eduardo e Mônica" são sucesso entre os internautas. Mas qual é o resultado destas ações?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, dois <strong>vídeos virais </strong>atraíram os olhares dos internautas: <strong>Pôneis Malditos</strong>, da <strong>Nissan</strong>, e<a href="http://www.vogg.com.br/vitrine/storytelling-e-o-sucesso-de-eduardo-monica.html"> <strong>Eduardo e Mônica</strong></a>, da <strong>Vivo</strong>. E é fato: os vídeos virais chamam atenção e conseguem atrair até quem não faz parte do target de um determinado público. Mas será que o retorno dessas ações compensa o investimento?</p>
<p><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/X3yGSJE53kU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/X3yGSJE53kU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>No caso da Nissan Frontier e seus pôneis malditos, parece que sim. De acordo com a assessoria de imprensa da Nissan, em agosto (mês em que o comercial passou a ser divulgado), foi registrado um recorde de vendas da picape, que obteve seu maior volume mensal desde o início da sua comercialização no país. Foram 1.488 unidades vendidas neste mês, 110% a mais que o mesmo mês do ano passado.</p>
<p>Branding ou vendas?</p>
<p>Para  <strong>Ricardo Prates Morais</strong>, consultor da <strong><a href="http://www.emarket.ppg.br/">Emarket </a></strong>(agência de marketing na internet), “o <strong>marketing nas redes sociais</strong>, assim como as <strong>ações virais</strong>, estão diretamente ligadas ao <strong>branding</strong>, à promoção e fixação da marca junto ao público-alvo. Mas certamente o fortalecimento da imagem da empresa traz resultados financeiros e comerciais. Esse é o objetivo final do marketing”.</p>
<p>Morais ainda destaca que a visibilidade alcançada pelas empresas com uma exposição “positiva” nas <strong>mídias sociais</strong> e o poder viral de ações como os vídeos citados proporcionam crescimento da carteira de clientes, fidelização desses clientes e consequente aumento das vendas.</p>
<p>Na opinião do publicitário e um dos autores do blog <strong><a href="http://www.issovira.com.br/">Isso Vira?</a></strong>, <strong>Rogério Vairo</strong>, toda ação de comunicação visa o retorno sobre o investimento, seja em curto, médio ou a longo prazo. Para o case “Pôneis Malditos”, ele acredita que é preciso analisar a situação da Nissan no mercado e em relação a seus concorrentes. “Como a participação de mercado ainda é baixa, a marca precisa conquistar share of mind dos consumidores. Por este motivo, o formato da campanha foi adaptado para web justamente para se espalhar com mais facilidade. Neste caso, eu diria que o objetivo principal foi branding”, afirma.</p>
<p>“Já no case &#8216;Eduardo e Mônica&#8217;, foi uma campanha sazonal (Dia dos Namorados), onde a agência África soube resgatar um marco da década de 80 e adaptar aos dias atuais, conquistando os ‘trintões’ que hoje possuem poder aquisitivo. A aceitação do ‘novo clipe’ foi tão positiva, que na semana do Dia dos Namorados, não se falava em nenhum outro viral, música e até mesmo outras operadoras de celulares. Este é um dos cases virais de maior sucesso do país, e neste caso eu diria que a campanha visou ‘branding instantâneo’ (para ficar na cabeça do consumidor por um período curto de tempo) e, consequentemente, vendas imediatas (já que a venda de aparelhos celulares no Dia dos Namorados é alta)”, opina Vairo</p>
<p>Viral não é receita de bolo</p>
<p>Para Vairo, quem diz que vai produzir um viral já está errado. “Pra mim, não existe agência especializada em ‘virais’. Existem agências especializadas em pessoas, comportamento, neurociência e antropologia. Afinal de contas, os internautas são seres humanos. Porém, deve-se ter consciência de que na web, as pessoas vestem uma ‘máscara’ &#8211; lá, elas são legais, bonitas e inteligentes. A partir do momento que você entende o comportamento das pessoas na web, fica mais fácil de se planejar uma campanha ‘viral’”, conclui o publicitário.</p>
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		<title>Pensamento estratégico na área de marketing digital</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 21:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira entrevista de Ricardo Marsili, sócio-diretor da agência digital M2BRNET, sobre planejamento on-line e posicionamento de marca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2011/08/ricardo_marsili.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1376" title="ricardo_marsili" src="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2011/08/ricardo_marsili-1024x755.jpg" alt="Ricardo Marsili Pensamento estrategico marketing digital" width="368" height="272" /></a></p>
<p>Um bom<strong> plano de marketing </strong>não necessita de altos recursos financeiros para dar certo. É preciso apenas de criatividade, segmentação precisa e de boas parcerias comerciais. É nisso que acredita <strong>Ricardo Marsili</strong>, sócio-diretor da <strong><a href="http://www.m2brnet.com" target="_blank">agência digital M2BRNET</a></strong> e professor dos cursos MBA e da Formação em Marketing Digital do <strong>Instituto Infnet</strong>. Em entrevista ao blog da Vogg<strong>, </strong>ele discute temas relacionados à área de <strong>marketing digital</strong>. Confira a entrevista:</p>
<p><strong>Como desenvolver um bom planejamento para uma ação de marketing online?</strong></p>
<p><strong> </strong>Um erro comum é tentarmos separar as ações de marketing digital como se fossem um tipo diferente do chamado “tradicional” ou offline.  Muitas vezes nos esquecemos que a internet é composta de pessoas que estão apenas usando ferramentas, diferentes das tradicionais, para se comunicarem e pesquisarem sobre diversos assuntos. O bom planejamento começa utilizando os mesmos conceitos que aprendemos nos princípios do marketing.  Precisamos definir os objetivos, público-alvo e o retorno esperado da ação, para então escolhermos estratégias de pesquisa, comunicação, veiculação, promoção, etc.</p>
<p><strong>Como integrar ações de marketing no meio online e offline de forma adequada?</strong></p>
<p><strong> </strong>O mais importante é tomar cuidado com a unidade da comunicação textual e visual, pois é fundamental que elas estejam no mesmo “tom” e alinhadas quanto aos objetivos e públicos. Atualmente, o conceito de comunicação integrada está sendo muito usado pelas organizações, onde uma mídia complementa e alimenta a outra, potencializando a característica mais forte de cada uma delas. Por exemplo, a TV é muito forte na massificação da mensagem, porém a internet é fundamental em qualquer estratégia de interatividade com o público.</p>
<p><strong>Como estabelecer o posicionamento de uma marca?</strong></p>
<p><strong> </strong>O posicionamento de uma marca está intrinsecamente ligado à forma como ela se apresenta ao mercado e, principalmente, como as pessoas a enxergam. Dependendo da verba disponível, é possível investir em ações de <strong>branding </strong>como comerciais, eventos e patrocínio, associando a marca a um ou mais conceitos ou celebridades.</p>
<p>O meio digital mais inovador de se estabelecer um posicionamento é através das <strong>redes sociais</strong>, onde as empresas têm a possibilidade de interagir diretamente com seus clientes. Muitas marcas, no entanto, focam suas ações para atingirem “perfis influenciadores” da rede, ou seja, indivíduos que têm grande capacidade de moldar a opinião de milhares de pessoas escrevendo somente alguns caracteres.</p>
<p><strong>Ricardo Marsili</strong> é formado em Administração de Empresas, com MBA em Marketing, além de ser especialista em Marketing Digital. Atualmente é sócio-diretor da agência digital M2BRNET e professor do MBA e da Formação em Marketing Digital do Instituto Infnet. Possui mais de oito anos de experiência no mercado de internet, trabalhando no planejamento e execução de ações para clientes como: Ricoh Brasil, NET Serviços, Embratel, L´Oréal, Coca-Cola, Shell, Odebrecht, O Globo, Àgora Invest e CBV<strong>. </strong>Conheça melhor o seu trabalho no blog <strong><a href="http://www.sobremarketing.com.br/" target="_blank">SobreMarketing</a></strong> e em seu perfil no <a href="http://twitter.com/#!/rmarsili">Twitter</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Marcas superpoderosas</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 21:08:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ninguém sai voando por aí porque tomou um Rebull e ganhou asas, ou compra sem comparar porque Brastemp não tem comparação. Essas concepções da marca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ninguém sai voando por aí porque tomou um <strong>Rebull</strong> e ganhou asas, ou compra sem comparar porque <strong>Brastemp não tem comparação</strong>. Essas concepções da marca ficam gravadas na cabeça do consumidor por um motivo muito mais forte que um simples slogan: o chamado posicionamento ao quadrado.</p>
<p>Posicionamento ao quadrado porque não estamos falando apenas do posicionamento da marca no mercado, mas de como ela faz o seu consumidor se posicionar. “Existe uma grande diferença entre como uma pessoa se vê – seu ‘eu real’ – e como ela queria ser vista – seu ‘eu ideal’”, afirmou <strong>Jaime Troiano</strong>, um dos papas em branding do Brasil e que esteve em Curitiba (PR) para o Seminário <strong>Marketing 2.0</strong>: Branding nos dias 25, 26 e 27 de abril.</p>
<div id="attachment_798" class="wp-caption alignnone" style="width: 430px"><a href="http://www2.vogg.com.br/wp-content/uploads/2011/05/JaimeTroiano1.jpg"><img class="size-full wp-image-798" title="JaimeTroiano" src="http://www2.vogg.com.br/wp-content/uploads/2011/05/JaimeTroiano1.jpg" alt="foto por Jenifer Reichel" width="420" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Jaime Troiano</p></div>
<p>Enquanto o “eu real” é a maneira que a pessoa se enxerga em seu meio social, o “eu ideal”, ou <strong>ideal self</strong>, é a forma como ela gostaria de estar posicionada. E para chegar lá, ela conta com o auxílio de um espaço de idealização, que pode ser muito bem preenchido por uma marca. As marcas desempenham um papel fundamental nesse processo de levar o “eu real” para o “eu ideal”. Uma pesquisa feita pelo <strong>Grupo Troiano</strong>, por exemplo, levantou que grande parte das mulheres brasileiras se enxerga como dedicada, carinhosa, confiável. Esse é seu “eu real”. Mas quando perguntadas como queriam ser vistas, os adjetivos mudavam: corajosa, decidida, informada.</p>
<p>A pesquisa foi além. Perguntadas que marcas as levariam de um ponto real a outro ideal, ou seja, preencher esse espaço de idealização, apontaram facilmente marcas como <strong>Natura</strong> e <strong>Oi </strong>(marcas <strong>Top of Mind </strong>das brasileiras em 2010, de acordo com a pesquisa da <strong>Sophia Mind)</strong>, por exemplo. São marcas que fazem bem sua tarefa de casa de <strong>branding</strong>, de entender o pensamento do consumidor e como ele quer ser. Será que a marca que você trabalha entende isso?</p>
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		<title>Estudo: Vídeo com Branded Content é mais efetivo do que anúncios convencionais</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Digital Broadcasting Group (DBG) publicou recentemente uma pesquisa mostrando a relação de efetividade entre vídeos com Branded Content e vídeos com anúncios comuns. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.dbgroup.tv/" target="_blank"><strong>Digital Broadcasting Group (DBG)</strong></a> publicou recentemente uma pesquisa mostrando a relação de efetividade entre vídeos com <strong>Branded Content</strong> e vídeos com anúncios comuns. O estudo mostrou que os usuários assistem e interagem significativamente mais com o <strong>Branded Content</strong> do que com o anúncios curtos, semelhantes aos mostrados em televisão, com 30 ou 60 segundos.</p>
<p>A pesquisa analisou as diferenças entre os dois tipos de vídeo com foco em dois tipos de dados: a taxa de interação e o tempo médio de exposição. Os vídeos com formato mais longo, os com<strong> Branded Content </strong>tiveram uma média de 9% de taxa de interação, enquanto os vídeos de formato mais curto tiveram uma média de 3%. O tempo de exposição dos vídeos de formato mais longo foi em média de 63 segundos, enquanto para os vídeos de formato curto o tempo médio foi de 34 segundos. Ou seja, os usuários interagem mais com Branded Content e assistem esses vídeos durante mais tempo.</p>
<p>AJ Vernet, presidente de vendas e Marketing do Digital Broadcasting Group, explica que, mesmo não se tornando um viral, um vídeo na internet pode fazer sucesso se o anunciante pensar em criar um conteúdo de qualidade, acima de tudo. &#8220;Os anunciantes devem começar a pensar fora da caixa, e dizer &#8216;como eu associo a minha marca a um conteúdo interessante?&#8217;&#8221;, esclarece Vernet, em<a href="http://videos.webpronews.com/2009/11/24/reaching-your-audience-through-online-video/" target="_blank"> entrevista à WebProNews</a>.</p>
<p style="text-align: left;">Um exemplo de Branded Content em vídeo é a campanha “<strong>Green Done Right</strong>”, realizada pelo Digital Broadcasting Group para a marca<a href="http://www.scottnaturals.com/" target="_blank"> <strong>Scott Naturals</strong></a>.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="382" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://blip.tv/play/g585gYjcSwI" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="382" src="http://blip.tv/play/g585gYjcSwI" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">A campanha procura associar a marca de papel higiênico, lenços e toalhas descartáveis à ideias de colaboração com o meio ambiente.</p>
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		<title>Estudo de caso: Orange, Motorola e redes sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 17:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Branded Content</strong> consiste em agregar entretenimento ou informações a uma marca específica. Alguns cases de grande sucesso estão ligados a redes sociais, e a agência<strong> <a href="http://www.unit9.com/" target="_blank">unit9</a></strong> protagonizou um deles.</p>
<p>Através de um divertido <em>social quiz</em>, a <strong>Motorola</strong> e a operadora de telefonia móvel<strong> Orange</strong>, através da agência europeia <strong>unit9</strong>, criaram o “amigômetro”, em inglês <a href="http://friendometer.orange.co.uk/" target="_blank"><em>Friend-o-meter</em></a>, integrado com as principais redes sociais da internet: Facebook, Twitter e MySpace.</p>
<p>O objetivo inicial da campanha foi promover o novo aparelho <strong>Motorola DEXT</strong>, com teclado embutido e Motoblur, aplicativo capaz de agregar todas as redes sociais das quais o usuário participa, além de email, mensageiro instantâneo e contatos.</p>
<p><img class="size-full wp-image-280" title="motorolaorange" src="http://www2.vogg.com.br/wp-content/uploads/2010/01/motorolaorange1.jpg" alt="Motorola, Orange e redes sociais" width="659" height="332" /></p>
<p>O amigômetro, quando conectado à rede social da qual o usuário participa, processa informações sobre seus amigos e transforma-as em um quiz de dez perguntas sobre as amizades. Quem acertar mais respostas é considerado um dos “melhores amigos” e, na Inglaterra, pode ganhar um aparelho Motorola DEXT.</p>
<p>Como o público-alvo do aparelho são os amantes de redes sociais, a Orange decidiu apostar em seus usuários sobre o quanto eles sabem sobre seus amigos. Mesmo com o aparelho Motorola DEXT já tendo sido lançado no mundo todo, o amigômetro continuou fazendo sucesso nas redes sociais.</p>
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		<title>Case de Branded Content: Moderati e Zippo</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 12:41:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Branded Content</strong> é um novo formato de comunicação, que visa criar vínculos entre conteúdo e uma marca específica. O Branded Content busca fortalecer a relação entre o consumidor e a marca através de uma informação útil ou do entretenimento.</p>
<p>Como exemplo de ação de Branded Content bem sucedido, podemos mostrar o recente case da <strong>Moderati</strong> com o <strong>Isqueiro Virtual Zippo</strong>.</p>
<p>Zippo é um isqueiro metálico recarregável, famoso por permanecer aceso mesmo no vento, diferente dos isqueiros convencionais. Fabricado nos Estados Unidos desde 1933, Zippo é reconhecido no mundo todo e considerado um item de colecionador.</p>
<p style="text-align: left;">Mesmo sendo uma referência inconfundível com seus isqueiros colecionáveis, a marca procurava um canal para atingir o público jovem e antenado em tecnologia. Assim, a Moderati criou um aplicativo para iPhone com um isqueiro virtual semelhante ao Zippo original, e que funciona da mesma forma.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UH8QxlkfcOw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/UH8QxlkfcOw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">O aplicativo é um grande sucesso, tendo sido baixado mais de 6 milhões de vezes por usuários de iPhone no mundo todo. Pat Grandy, gerente de Marketing da Zippo esclarece: “Por que isto funciona? Porque é divertido”.</p>
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		<title>MKT fala sobre Árvore de Natal</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 18:13:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No post anterior, contamos sobre a participação da Vogg na produção do conteúdo do site da 14ª edição da Árvore de Natal da Bradesco Seguros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No post anterior, contamos sobre a participação da <strong>Vogg</strong> na produção do conteúdo do site da 14ª edição da <strong>Árvore de Natal da Bradesco Seguros e Previdência</strong> &#8211; considerada o terceiro maior evento da cidade do Rio de Janeiro, depois apenas do Carnaval e do Réveillon. Mostramos como foi o nosso trabalho, desde a definição das pautas até os cuidados com o desenvolvimento dos textos, de forma que agregassem valor à ação do nosso cliente. Mas agora decidimos conversar com Marta Teixeira de Freitas e Zélia Lopes, da Superintendência de Internet Marketing da Bradesco Seguros e Previdência, para que falassem sobre a importância da Árvore de Natal como uma estratégia de branding para a empresa. Veja abaixo como foi esse bate-papo.</p>
<p><strong>Qual o valor que a iniciativa da Árvore de Natal vem agregando à marca da Bradesco Seguros e Previdência ao longo dos anos?<br />
</strong>A Árvore é uma das principais iniciativas culturais da Bradesco Seguros e Previdência. Já é considerada o 3º maior evento da cidade, consolidando-se como parte fundamental da estratégia da empresa.</p>
<p><strong>Como o site ajuda nessa ação? E qual foi a preocupação ao escolher o conteúdo disponibilizado neste ano?<br />
</strong>Oferecendo serviços inovadores e conteúdo de valor agregado relacionados à Árvore e ao Natal. Procuramos diversificar o conteúdo em torno de assuntos relevantes de Natal que gerem atração/audiência para o público.</p>
<p><strong>Como o conteúdo fornecido pela Vogg contribui para essa ação da Bradesco Seguros e Previdência e atende aos objetivos da empresa para o site?<br />
</strong>Adequamos o conteúdo à nossa estratégia, dentro da qual encaixa-se a participação de terceiros, inclusive da Vogg, que é nossa parceira desde a definição das pautas até a criação de conteúdos.</p>
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		<title>Vantagens e desafios para os blogs corporativos</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 16:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perfil]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[blogs corporativos]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo digital]]></category>
		<category><![CDATA[Fabio Cipriani]]></category>

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		<description><![CDATA[Se ter um blog ajuda uma pessoa criar uma boa imagem na web, com as empresas não é diferente. Essa estratégia está em sintonia com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se ter um blog ajuda uma pessoa criar uma boa imagem na web, com as empresas não é diferente. Essa estratégia está em sintonia com a atual tendência do consumo de conteúdo que coloca as marcas diante da necessidade de serem transparentes. Através de um blog, a companhia pode estabelecer uma relação mais aberta e sem formalidades com o usuário. Sem contar que, se o conteúdo for bem trabalhado, o público passa a ter ali uma referência, contribuindo assim para aproximar marca e pessoas.</p>
<p>Para Fabio Cripriani, autor do livro <em>Blogs Corporativos</em> (Editora Novatec, 2ª edição, 2008) e de <a href="http://www.blogcorporativo.net/">blog</a> homônimo, criar esse espaço interativo é considerado um bom mecanismo para divulgar a marca. Cipriani aposta nessa ferramenta para as companhias interagirem com os consumidores, aumentarem a fidelização da clientela e melhorarem a imagem da empresa. E mais, é possível conseguir o que todo mundo espera para o seu negócio na internet: um bom posicionamento em ferramentas de busca.</p>
<p>Nesta conversa para o Blog da Vogg, Cipriani, também autor do blog <a href="http://www.serendipidade.com/">Serendipidade</a>, no qual aborda temas de marketing, negócios e criatividade e inovação, fala ainda sobre os desafios em mostrar a importância dessa solução às empresas e dá dicas para os profissionais de comunicação emplacarem os blogs com seus clientes. Confira!</p>
<p><strong> <img class="alignleft size-full wp-image-179" title="Fabio Cipriani" src="http://www2.vogg.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Fabio_Cipriani1.jpg" alt="Fabio Cipriani" width="130" height="173" /></strong></p>
<p><strong>Qual o valor de um blog corporativo para uma empresa nos tempos atuais?</strong><br />
O principal deles é humanização da marca. Os consumidores se relacionam com marcas como se relacionam com humanos, o que faz com que esse valor seja bastante importante. Além disso, temos vantagens como fidelização de clientes e melhora da reputação de uma empresa, além de bom posicionamento em ferramentas de busca.</p>
<p><strong>E as vantagens de criar esse espaço variam de acordo com o tipo de negócio?<br />
</strong>As vantagens acompanham os diferentes graus de relacionamento que estabelecemos com os nossos clientes via esse canal, portanto depende do quanto o blog provoca conversas e conecta as partes. De negócio para negócio, geralmente os benefícios são os mesmos.</p>
<p><strong>Mesmo com os resultados atribuídos aos blogs corporativos, há companhias que ainda relutam em ter esse ambiente para interagir com seus públicos. Por que isso acontece?<br />
</strong>Sim, existem muitas empresas esperando e estão perdendo a oportunidade. Falta de informação é o motivo maior. Em segundo, a inexperiência das empresas em lidar com essas novas formas inovadoras de comunicação, seja por não saberem como mensurar resultados, ou por não saberem conter os riscos de abrir um blog, o que pode ser facilmente contornado com políticas e treinamento.</p>
<p><strong>Como os profissionais de Comunicação devem chegar às empresas para expor sobre mudanças de culturas, como essa, proporcionadas pela presença das tecnologias no dia-a-dia dos consumidores?<br />
</strong>Mostrar exemplos reais. Existem milhares deles no Brasil. Além disso, apresentar um business case bem estruturado e experiência para lidar com a capacitação do capital humano também ajudam bastante.</p>
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