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	<title>Vogg Branded Content &#124; Uma empresa que produz conteúdo!</title>
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	<description>Só mais um site WordPress</description>
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		<title>Zuckerberg estreia na bolsa em grande estilo</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 20:43:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa de Nova York]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Zuckerberg]]></category>
		<category><![CDATA[Nasdaq]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Mark Zuckerberg listou uma empresa na NASDAQ. — com Chris Cox e outras 4 pessoas&#8221;. Foi assim que Zuckerberg atualizou sua página no Facebook, assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Mark Zuckerberg listou uma empresa na NASDAQ. — com Chris Cox e outras 4 pessoas&#8221;. Foi assim que <strong>Zuckerberg</strong> atualizou sua página no <strong>Facebook</strong>, assim que as ações da <strong>rede social</strong> estrearam, operando em alta, nesta sexta-feira (18) na <strong>Nasdaq</strong>, bolsa de valores de empresas de tecnologia em Nova York.</p>
<p>O início da venda dos papéis atrasou um pouco mais de 30 minutos, devido à grande demanda que chegou a sobrecarregar os sistemas da Nasdaq. Mas minutos após a abertura (12h35 &#8211; horário de Brasília), os papéis, negociados com o símbolo FB, subiam 12%, a US$ 43 &#8211; o valor previsto inicialmente era de US$ 38.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2188" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><a href="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2012/05/02zmarkkk-copy-2_prontoo1.jpg"><img class="size-full wp-image-2188" title="02zmarkkk-copy-2_prontoo" src="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2012/05/02zmarkkk-copy-2_prontoo1.jpg" alt="" width="620" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Mark Zuckerberg tocou a campainha (à distância) da Nasdaq nesta sexta-feira (18) e deu a largada para as ações do Facebook na bolsa, sob o código &quot;FB&quot;.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na oferta inicial de ações – que não ocorre em pregão – as ações foram vendidas a US$ 38. Com este valor por ação, a companhia foi avaliada em US$ 104 bilhões e pode levantar pouco mais de US$ 16 bilhões no processo de oferta pública inicial (IPO, em inglês) &#8211; o maior já arrecadado por uma empresa de internet nos Estados Unidos.</p>
<p>Depois da abertura, a companhia já era avaliada em US$ 117,82 bilhões. Por volta das 12h50, os papeis estavam sendo vendidos a US$ 38,12, uma alta de 0,31% em relação ao valor inicial da ação.</p>
<p>O <strong>Facebook</strong> já rendeu nada menos do que US$ 17,5 bilhões a <strong>Zuckerberg</strong>. Aos 27 anos ele está em 52º lugar na lista dos mais ricos da revista &#8220;Forbes&#8221; e, ao que tudo indica, deve subir nesse rankinkg.</p>
<p><strong>De olho no Brasil </strong></p>
<p>Em um documento que o <strong>Facebook</strong> entregou para a abertura de capital o Brasil é citado na parte em que a empresa explica sua estratégia de crescimento. O primeiro item é expandir a comunidade de usuários no mundo.</p>
<p>Em 2011, a rede social cresceu 192% no Brasil. O país é o 4º no ranking de usuários da rede social no mundo, ficando atrás apenas dos EUA, Índia e Indonésia, segundo o Socialbakers.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mídias Sociais: é preciso saber usar</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 21:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perfil]]></category>

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		<description><![CDATA[Ismael Degasperi, consultor na área de mídias sociais, fala sobre a situação atual do mercado no Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas, enfim, parecem ter entendido a importância das mídias sociais. Entretanto, ainda não sabem como devem utilizá-las. Por isso, é cada vez mais importante o trabalho de consultoria e “convencimento” na área. A realidade em ONGs no poder público não é diferente. O profissional, então, precisa se atualizar.</p>
<p><a href="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2012/05/idegasperi.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2183" title="idegasperi" src="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2012/05/idegasperi.jpg" alt="" width="260" height="300" /></a>Conversamos com Israel Degásperi, publicitário que atua como consultor de mídias sociais na Construtora Tecnisa, referência no uso de novas mídias, além de manter o Mídias Blog.</p>
<p><strong>VOGG: Hoje é possível dizer que o mundo corporativo entendeu a importância das mídias sociais?<br />
</strong><br />
I.D. &#8211; Sim, a maioria entende. Salvo algumas exceções o problema que eu vejo é que não sabem como atuar nas mídias sociais. Desconhecem que não se pode falar apenas da própria empresa e tem dificuldades em entender o que seus clientes querem encontrar nas mídias sociais da empresa.</p>
<p><strong>VOGG: Além das empresas, instituições como ONGs e instituições de governo têm feito bom uso das redes sociais?<br />
</strong><br />
I.D. &#8211; Sim. ONGs normalmente fazem bom uso das mídias sociais, pois se beneficiam de ferramentas gratuitas de qualidade, como plataforma de blogs, o próprio twitter, Facebook e até o Foursquare para engajar e se relacionar com seus mantenedores sem ter a hierarquia e os tramites que uma empresa tem para aprovar este tipo de ações.</p>
<p>Os governos estão procurando aprender e se esforçar mais na utilização das mídias sociais após o case de Obama. É um longo caminho, mas já está melhorando e com certeza veremos bons cases nestas eleições. Principalmente porque já existem bons profissionais atuando no Brasil onde as mídias sociais estão amadurecendo rapidamente.</p>
<p><strong>VOGG: Onde é possível &#8211; e necessário &#8211; avançar?</strong></p>
<p>I.D. &#8211; A meu ver existem quatro pontos que as mídias sociais devem se basear:</p>
<p>1) O Monitoramento é responsável pela coleta e análise dos dados e com base nisso poder formular as estratégias e ações de marketing e comunicação pertinentes.</p>
<p>2) O Relacionamento é fundamental para qualquer profissional. Estar em contato com outros profissionais do seu meio e de profissões próximas é fundamental para enriquecer seu networking. Tenha seu linkedin, sempre atualizado.</p>
<p>3) A resolução de problemas é inevitável. Se você está presente online, em qualquer uma das mídias sociais disponíveis, você deverá responder e solucionar os problemas que seus clientes tenham e responder como um canal oficial da sua empresa. É um erro não considerar seu Twitter ou página no Facebook como canal de comunicação oficial da empresa.</p>
<p>4) O conteúdo é rei desde que seja também relevante. Para os direcionamentos da produção de conteúdo, utiliza-se o material avaliado no monitoramento e o que mais repercutiu analisando também os insights do Facebook.</p>
<p><strong>VOGG: Você realiza cursos, online e presenciais, além de palestras. O público é homogêneo, ou é possível perceber participantes com perfis diferentes?</strong></p>
<p>I.D. &#8211; O público é bem heterogêneo. Por isso percebi a demanda para criar meu curso: O dia a dia do profissional de mídias sociais , pois muitas pessoas que trabalham no marketing ou são publicitários, jornalistas ou RP acabam assumindo as mídias sociais das empresas sem ter um treinamento específico ou saber exatamente quais os deveres que o cargo exige.</p>
<p><strong>VOGG: O que o profissional que trabalha com mídias sociais deve fazer para se manter atualizado?</strong><br />
I.D. &#8211; Ler muitos blogs de profissionais da área, como o do <a href="http://tarciziosilva.com.br/blog/">Tarcizio Silva</a>; o do <a href="http://marcelayres.com.br/blog/">Marcel Ayres</a>; <a href="http://www.slideshare.net/estevaopalestras">Estevão Soares</a>; <a href="http://www.cafecomblogueiros.com.br/">Café com Blogueiros</a>, do Beto Tercette; <a href="http://midiaboom.com.br">Midiaboom</a>, do Chico Montenegro; o <a href="http://presencaonline.com">Presença Online</a>, do Marcelo Vitorino; e o <a href="http://missmoura.com">blog da Patricia Moura</a>. Além de ir a eventos, principalmente para conversar e fortalecer seu networking com os profissionais da área. Muitos problemas e situações que acontecem no dia a dia não estão nos livros e nem existem soluções definidas.</p>
<p><strong>VOGG: Quais são as perspectivas atuais para o mercado? Que tipo de profissional vai se estabelecer na área de mídias sociais?</strong></p>
<p>I.D. &#8211; O mercado está crescendo, e conhecer mídias sociais não é mais um diferencial e sim uma obrigação de quem trabalha com comunicação. Vai se estabelecer no mercado o profissional que apresentar resultados e souber apresentar a evolução do seu trabalho para o cliente. Desculpas de que o cliente não entende não servem mais, é papel da agência e do profissional “evangelizar” o cliente e apresentar a melhor solução para seu problema.</p>
<p><strong>VOGG: E quais são as ferramentas e argumentos para convencer clientes a investir na área?</strong></p>
<p>I.D. &#8211; Os argumentos são diversos, desde vídeos no YouTube com números espetaculares, crescimento de usuários nas mídias sociais, até cases de sucesso e resultados obtidos com ações bem planejadas.</p>
<p>Um dos fatores mais importantes e desafiadores para quem trabalha com mídias sociais é o tão comentado retorno sobre investimento. Alguns dizem não existir e outros dizem ser fácil de medir. Realmente, tudo o que é feito na internet é possível de medir. O que acontece muitas vezes é que o próprio contratante não tem um histórico de visita na sua loja física, não sabe quanto vende por mês, e isso dificulta para o profissional de mídias sociais definir uma métrica para avaliar se o trabalho deu ou não resultado.</p>
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		<title>Google Drive</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 17:54:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[armazenamento de dados]]></category>
		<category><![CDATA[arquivos na nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[dropbox]]></category>
		<category><![CDATA[google drive]]></category>
		<category><![CDATA[skydrive]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça o novo produto do Google para armazenar aquivos na nuvem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana o Google lançou seu mais novo produto: o Google Drive, um sistema de armazenamento de dados on-line que veio para concorrer com serviços como o Dropbox e o SkyDrive.</p>
<p>No Google Drive o usuário dispõe de 5 Gbytes de espaço gratuito para guardar seus arquivos na nuvem, mas podem aumentar essa capacidade para até 1 Tbyte mediante pagamento. As opções são: 25 Gbytes (U$ 2,49 por mês), 100 Gbytes (U$ 4,99 por mês) e 1Tbyte (U$ 49,99 por mês). E o bônus: ao fazer o upgrade de capacidade no Drive, o Gmail também ganha espaço de armazenamento – passa para 25 Gbytes.</p>
<p>Após o cadastro no Google Drive, é possível acessar seus arquivos de computadores (como PC ou Mac) e aparelhos com Android. Os aplicativos para iPad e iPhone devem chegar em breve.</p>
<p>Confira abaixo o vídeo de lançamento do Google Drive.</p>
<p><center><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wKJ9KzGQq0w?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/wKJ9KzGQq0w?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></center></p>
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		<title>Guerrilha no Red Light District</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 18:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Replay]]></category>
		<category><![CDATA[ação de guerrilha]]></category>
		<category><![CDATA[ação de mídia social]]></category>
		<category><![CDATA[Amsterdam]]></category>
		<category><![CDATA[luz vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[Red Light District]]></category>
		<category><![CDATA[Stop the Traffik]]></category>

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		<description><![CDATA[O Red Light District, em Amsterdam, famoso pelas suas mulheres semi (?) nuas dançando em grandes janelas iluminadas por uma leve luz vermelha, foi palco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Red Light District</strong>, em <strong>Amsterdam</strong>, famoso pelas suas mulheres semi (?) nuas dançando em grandes janelas iluminadas por uma leve luz vermelha, foi palco para uma grande <strong>ação de guerrilha</strong> no começo desse mês. Mas não se tratava de um anúncio de cerveja ou algum típico produto vendido nos coffee shops das imediações. O Red Light District foi impactado por uma grande <strong>ação de mídia social</strong>.</p>
<p>A ação foi levada a cabo pela organização <strong>Stop the Traffik</strong>, ONG contra o tráfego de mulheres, mostra uma perfomance interessante de algumas das mulheres do Red Light com uma mensagem bem peculiar ao final.</p>
<p>&nbsp;<br />
<object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/y-a8dAHDQoo?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/y-a8dAHDQoo?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Mas essa não foi a primeira ação de guerrilha-social feita no Red Light District. Em 2010, a mesma organização Stop the Traffik fez outra ação chamada <strong>Two Windows</strong>, mostrando como uma garota foi enganada e trazida do seu país para aquele destino.</p>
<p><object width="420" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bMlRvziqjAs?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/bMlRvziqjAs?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Projeto multifacetado une Smirnoff e Madonna</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 18:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Replay]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[madonna]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[Marca Smirnoff reforças ações ao lado de Madonna.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro a marca vodka Smirnoff ajudou a rainha do pop, Madonna, a achar um bailarino. A ação aconteceu em 2011. Fãs de 50 países foram estimulados a utilizar o Fabebook para compartilhar o que pensam sobre dança, música, moda, bons lugares para dançar onde moram etc. Já na segunda etapa, houve a realização das festas mais badaladas de cada país proporcionando aos que curtem a noite uma experiência diferenciada ligada a países diversos.</p>
<p>Para participar da vaga de dançarino na turnê – que foi de agosto a outubro de 2011 -, os interessados enviaram vídeos de até 60 segundos apresentando uma performance que tivesse personalidade,  paixão e criatividade. Os finalistas convidados a participarem das festas selecionadas pelo projeto Smirnoff Nighlife Exchange dançaram ao vivo diante da deusa Madonna, que escolheu pessoalmente o vencedor.</p>
<p><a href="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2012/04/madonnasmirnoff.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2158" title="madonnasmirnoff" src="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2012/04/madonnasmirnoff.jpg" alt="madonna" width="562" height="237" /></a></p>
<p>Agora, a Smirnoff inova surpreende e estreita relação com a cantora. A marca disponibiliza através da sua página do Facebook um álbum de remixes do mais novo álbum da Madonna, o MDNA. O lado negativo é que funciona com exclusividade para os fãs americanos. São 14 faixas, sete originais e sete remixadas, mas para ter acesso é preciso estar em nas terras do Tio Sam, curtir a página da Smirnoff US no Facebook e pagar R$3,50 dólares. Pelo privilégio a quantia não comprete de jeito nenhum a campanha e, ainda, gera qualidade. Lil Buck, vencedor da Competição de Dança Smirnoff Nightlife Exchange Project, apareceu participando com o corpo de dança da Material Girl no Show do meio tempo do Bridgestone Super Bowl.</p>
<p>No vídeo do lançamento do single &#8220;Give Me All Your Luvin&#8217;&#8221; a vodka Smirnoff aparece como a bebida preferida na cena de bar do vídeo.</p>
<p>Vale conferir: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=cItHOl5LRWg&amp;feature=player_embedded">http://www.youtube.com/watch?v=cItHOl5LRWg&amp;feature=player_embedded</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Remake: mais uma vez</title>
		<link>http://www.vogg.com.br/replay/remake-mais-uma-vez.html#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=remake-mais-uma-vez</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 18:22:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Martini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Replay]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Deixe Ela Entrar]]></category>
		<category><![CDATA[remake]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Com uma avalanche de remakes invadindo as salas de cinema ao redor do mundo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-2145 alignright" title="Deixa-Ela-Entrar-versão-sueca" src="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Deixa-Ela-Entrar-versão-sueca.jpg" alt="Deixa-Ela-Entrar-versão-sueca" width="230" height="330" /></p>
<p>Com uma avalanche de <em>remakes </em>americanos invadindo as salas de cinema ao redor do mundo, percebe-se que a criatividade na terra do Tio Sam anda meio apagada nos últimos anos. Correto?</p>
<p>Errado. A produção de filmes com roteiro original nunca esteve tão vívida. Filmes de novos diretores, como: “<strong>O Discurso do Rei</strong>” do David Seid, “<strong>A Origem</strong>” do Nolan, “<strong>O Artista</strong>” do Hazanavicius, estão aí para não me deixar mentir.</p>
<p>Então, por que a quantidade de <em>remakes </em>estão numa crescente em relação às produções originais? Esta é a nossa dúvida cruel e queremos a sua ajuda para chegar num consenso. Para isso, elaboramos 3 hipóteses:</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Executivo dos estúdios</strong> &#8211; Um filme que já foi sucesso comercial no passado tem tudo pra ser sucesso mais uma vez.</p>
<p><strong>Diretor pouco criativo</strong> com o ego inflado &#8211; Hmm&#8230; eu colocaria um pouco mais de ação em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=uWszTYt71wQ" target="_blank">Deixe Ela Entrar</a><strong>.</strong> Um ano depois&#8230; “<a href="http://www.youtube.com/watch?v=7LBNgJQVS7w" target="_blank">Deixe-me entrar</a>”.</p>
<p><strong>Público</strong>. Cada vez mais doutrinado a querer mais do mesmo.</p>
<p><strong> </strong></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Kony 2012 e o slackativism</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 18:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[slacktivism]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo viral]]></category>

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		<description><![CDATA[Campanha Kony 2012 vem recebendo críticas por ser considerada uma forma de ativismo de sofá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, a internet foi invadida por um dos <strong>virais mais poderosos</strong> dos últimos tempos. Trata-se do <strong>vídeo Kony 2012</strong>. Feito pela <strong>ONG norte-americana Invisible Children</strong>, o vídeo mostra <strong>Joseph Kony</strong>, atual chefe da <strong>Lord&#8217;s Resistance Army (LRA)</strong>, um grupo de guerrilha armada em Uganda. Kony é acusado de raptar e forçar cerca de 66 mil crianças para lutar por ele. Em apenas três dias, o vídeo conquistou 32 milhões de views no YouTube.<strong> </strong></p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Y4MnpzG5Sqc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Com o conhecimento sobre a causa, vieram também as críticas sobre o movimento. Muitos acreditam que este vídeo é uma forma de<strong> slacktivism </strong>ou <strong>ativismo de sofá</strong>. “O termo diz respeito a uma forma de atuação ativista que exige baixo nível de engajamento, tais como: assinar petições, compartilhar, retwitar, participar de grupos de discussão etc. Algumas pessoas criticam essa forma de participação por acreditar que essa atividade tem pouca ou nenhuma representatividade na resolução de problemas”, define Tulio Malaspina, editor do <a href="http://atitudeco.com.br/">Atitude Eco </a> e participante da <a href="http://www.ativismo.org.br/">Escola de Ativismo</a>.</p>
<p>Malaspina ainda pontua que as <strong>campanhas ativistas </strong>bem elaboradas atuam de forma distinta com cada público, adequando mensagem e formas de atuação para cada público que se pretende atrair para a causa. “Ninguém nasce advogado da marca. Uma das formas de se aumentar a visibilidade sobre um assunto é atuando com foco nos ‘ativistas de sofá’, fazendo com que a causa reverbere pelas redes e consiga atingir o maior número de pessoas. A partir daí o movimento precisa trabalhar para aumentar o engajamento dessas pessoas de forma que elas venham a participar de outras ações que exijam mais dedicação”, afirma.</p>
<p>Para o editor do Atitude Eco, a <strong>campanha da <em>Invisible Children</em></strong> foi claramente focada no <strong><em>awareness</em></strong> sobre a causa, o principal objetivo do vídeo era tornar a causa conhecida.</p>
<p>“Não podemos dizer que a campanha foi slackativista, pois trouxe algumas formas de ação de rua que vão exigir maior engajamento dos envolvidos. É claro que a grande maioria só vai compartilhar o vídeo, mas a campanha deu a possibilidade de outras formas de ação. Mesmo assim, o apelo emocional foi tão grande que, na minha opinião, potencializou um compartilhamento inconsequente”, alerta Malapinas.</p>
<p>O editor do Atitude Eco ainda acredita que a tensão criada em torno das ações de Kony gerou uma miopia generalizada. “Diversos países africanos sofrem com milícias e governos tão violentos ou mais e ninguém questionou a estratégia da Invisible Children de dar poder ao governo Ugandense. Infelizmente, muitas das pessoas que compartilharam o vídeo não fizeram uma mínima pesquisa sobre o contexto africano. Isso é preocupante. O apelo emocional é muito utilizado para movimentar massas e muita gente acaba sendo massa de manobra para interesses escusos. A ignorância, no sentido daquele que não busca por conhecimento, é pior do que qualquer slackativismo”, critica.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Comentários pagos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 17:43:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perfil]]></category>
		<category><![CDATA[cobrar comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Instituto de Administração]]></category>
		<category><![CDATA[interações]]></category>
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		<category><![CDATA[Ramiro Gonçalez]]></category>
		<category><![CDATA[retorno financeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Cobrar por comentários é uma possibilidade para aumentar a receita para produtores de conteúdo na web.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ninguém mais duvida: a web mudou a forma com que fazemos comunicação e o comportamento do usuário. Como as empresas podem se inserir neste novo quadro? É possível ter algum retorno financeiro dos comentários gerados pelo usuário na web?</p>
<p style="text-align: justify;">É sobre isso que conversamos com o professor Ramiro Gonçalez, do MBA em Inteligência de Mercado na Fundação Instituto de Administração (FIA). O professor Gonçalez acaba de finalizar um estudo sobre comentários em notícias e blogs, que foi aceito em uma Universidade na Suíça. “A primeira interação trivial na internet é o comentário”, explica. “Avaliar se ler ou postar um comentário teria valor econômico para o usuário é um bom caminho para monetizar a interação”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O modelo atual das empresas de comunicação está em xeque? O que causou isso? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">As três fontes de receitas para qualquer produtor de conteúdo (seja cinema, rádios, jornais e outros) sempre foram: <em>anunciantes, assinantes e venda avulsa.</em> Dependendo da plataforma e do posicionamento do veículo, uma fonte era mais importante que a outra. Com a web a dispersão dos investimentos aumentou com uma migração maior de recursos para este meio. Mas note: o investimento total ficou constante. Ou seja, alguém perdeu.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais são as mudanças do mercado que levaram a isso? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que está oculto nisso tudo é a motivação pela busca desesperada da atenção do consumidor/usuário em todos os meios de comunicação. Os efeitos de dispersão de audiência já foram medidos – no Brasil e lá fora – nos comportamentos: <em>zapping</em> (mudança de canal), <em>surfing</em> (assistir vários canais simultaneamente) e afastamento (TV ligada para afastar a sensação de solidão).</p>
<p style="text-align: justify;">O mais importante neste momento é entender os movimentos de grande anunciantes, como o caso da Unilever.</p>
<p style="text-align: justify;">No Mobile World Congress (realizado em fevereiro de 2011 em Barcelona), apesar da presença dos presidentes da Google, Apple, Microsoft e vários anunciantes, a frase mais marcante veio do Diretor Global de Midia da Unilever: “Estamos mudando a nossa comunicação de meios interruptivos para meios que geram engajamento”.</p>
<p style="text-align: justify;">A frase sintetiza de forma interessante as dúvidas que assombram veículos e anunciantes. Qual o futuro das mídias tradicionais? Como me posicionar em meio a tantas plataformas? Saída simples não existe. Mas é atitude inteligente observar o que os anunciantes pensam a respeito. O modelo tradicional de propaganda (com os “intervalos comerciais”) está perdendo forças.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As plataformas on-line capturam audiência do offline, mas a receita ainda não é na mesma proporção. Como as empresas podem mudar isso? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa é uma pergunta cuja resposta custa 1 milhão de dólares (no mínimo). De fato não sabemos como será o futuro, mas podemos estimar como ele <strong>não será</strong>. O modelo tradicional de broadcasting unidirecional irá perder receitas e audiências. Não é a toa que – mesmo num Brasil ajudado pelo bônus demográfico e pela classe C emergente – algumas TVs abertas estão tendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo modelos de negócios rentáveis e com apelo comercial (como <em>reality shows</em>) tendem a ser interativos – as receitas do <em>payperview</em> são relevantes para os canais. Esse tipo de programa foi um alívio para os veículos que puderam convencer os anunciantes a investir nas plataformas tradicionais. Motivo? A  possibilidade de se colocar a marca dentro do conteúdo da programação, sem as inúmeras interrupções que possibilitam a fuga da audiência para plataformas concorrentes.</p>
<p style="text-align: justify;">As experiências mostram que o caminho é cobrar pela interação (justamente o grande apelo da web).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E na web, como precificar as interações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os modelos de precificação em comentários (assinatura ou compra avulsa) já estão sendo experimentados, por exemplo, no <em>Financial Times</em>. Evidente que é um conteúdo específico e extremamente valioso. Minha pesquisa mostra que para esportes (especialmente Futebol) algo poderia ser implantado também. Acredito que há oportunidade para formatos onde o conteúdo seja gerado de forma colaborativa.</p>
<p style="text-align: justify;">O assunto é polêmico, principalmente entre os puristas das regras jornalísticas. Mas não é possível escapar do debate, principalmente com a pressão imposta pelos modelos de negócios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cobrar do usuário para que ele possa interagir vale a pena?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em minhas pesquisas a surpresa é que uma parcela (ainda pequena) estaria disposta a pagar para ler ou postar comentários em notícias e blogs. O comentário amplifica o conteúdo e passa a ter um valor econômico. Para 6% dos leitores, o comentário da notícia é mais relevante que a própria notícia. Isso é algo novo. Estou pesquisando em profundidade o assunto, e os resultados serão publicados em abril. Mas é um caminho a se pensar.</p>
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		<title>ECAD – um susto ou uma ameaça ao compartilhamento?</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 21:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[arquivos multimídia]]></category>
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		<category><![CDATA[compartilhamento de conteúdo]]></category>
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		<description><![CDATA[Ainda que o compartilhamento de conteúdo não seja a principal atividade dos usuários da web, é, sem dúvida, a que mais tem crescido. E aí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda que o <strong>compartilhamento de conteúdo</strong> não seja a <a href=" http://www.vogg.com.br/vitrine/como-a-geracao-z-interage-com-a-internet.html">principal atividade dos usuários da web</a>, é, sem dúvida, a que mais tem crescido. E aí entra um pouco de tudo: compartilhamento de idéias, opiniões, pensamentos e, principalmente,<strong> arquivos multimídia</strong>, como imagens e vídeos.</p>
<p><a href="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2012/03/share.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2122" title="share" src="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2012/03/share.jpg" alt="" width="500" height="312" /></a></p>
<p>Curtir e compartilhar uma foto engraçada no <strong>Facebook </strong>– que já o site mais acessado no mundo, tendo passado o <strong>Google</strong>, ou o vídeo de sua banda preferida no <strong>YouTube</strong>, é atividade rotineira para muitos usuários. Banal, até. Ou era, quando o <strong>Ecad</strong>, Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de Direitos Autorais resolveu dar um belo de um susto em grande parte dos brasileiros semana passada, quando anunciou que cobraria uma taxa de todos os <strong>blogs </strong>que embedassem vídeos em suas plataformas.</p>
<p>Ainda que o caso esteja – aparentemente –resolvido, a polêmica continua. Afinal, a internet é uma terra livre, para expressar opiniões e compartilhar conteúdo? Ou a interatividade estará sempre ameaçada, com a pequena parcela de pessoas que compartilham e viralizam conteúdo receosa de dar o próximo passo e sofrer outra punição?</p>
<p><strong>Pra pensar</strong></p>
<p>Terra livre não é o mesmo que terra de ninguém. A web e as <strong>redes sociais</strong> incentivam o compartilhamento, mas não podem eliminar o<strong> direito do autor</strong> de cada conteúdo. Para equilibrar essa balança, uma saída encontrada é a flexibilização das licenças dos direitos dos autores, algo como as licenças <strong>Criative Commons</strong>.<a href="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2012/03/creative-commons.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2123" title="creative-commons" src="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2012/03/creative-commons.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>As CC, como são conhecidas, permitem que o autor determine o grau de utilização de sua obra: se para cópia, distribuição, uso comercial etc. O direito de autor permanece sem restringir a interatividade. Belo exemplo de harmonia na internet – bem diferente do que tentou fazer o Ecad.</p>
<p>Para quem se perdeu na conversa, acompanhe o histórico:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Linha do tempo</strong></p>
<ul>
<li><strong>07.03</strong> – Ecad envia um e-mail cobrando R$ 352,59 do <a href="http://www.caligraffiti.com.br/por-uma-internet-livre/">blog Caligraffiti</a> por direitos autorais devido a divulgação de vídeos do YouTube e <strong>Vimeo </strong>em seu blog. O site chegou a ficar fora do ar por alguns dias, por orientação dos advogados dos responsáveis do blog, mas já está ativo novamente. Na época, o Ecad afirmou que pela lei, “sites são retransmissores pois “o uso de músicas em blogs se trata de uma nova execução”. Além disso, o Ecad argumenta que “não há cobrança em dobro (já que o YouTube já recolhe direitos autorais) , pois as diversas formas de utilização são independentes entre si”.</li>
<li><strong>09.03</strong> – Google se posiciona: <strong>Marcel Leonardi</strong>, diretor de Políticas Públicas e Relações Governamentais do Google Brasil, emite nota sobre o assunto: “ Google e ECAD têm um acordo assinado&#8230; nosso acordo não permite que o ECAD busque coletar pagamentos de usuários do YouTube.</li>
<li>O ECAD não pode cobrar por vídeos do YouTube inseridos em sites de terceiros. Na prática, esses sites não hospedam nem transmitem qualquer conteúdo quando associam um vídeo do YouTube em seu site e, por isso, o ato de inserir vídeos oriundos do YouTube não pode ser tratado como “retransmissão”. Como esses sites não estão executando nenhuma música, o ECAD não pode, dentro da lei, coletar qualquer pagamento sobre eles.</li>
<li>Nós esperamos que o ECAD pare com essa conduta e retire suas reclamações contra os usuários que inserem vídeos do YouTube em seus sites ou blogs. Desse modo, poderemos continuar a alimentar o ecossistema com essas centenas de produtores de conteúdo online.”</li>
<li><strong>10.03</strong> – Ecad  volta atrás e admite falha na cobrança de direitos autorais. Em pronunciamento oficial, o órgão afirma que não possui<br />
estratégia de cobrança de direitos autorais voltada a vídeos embedados, e ainda, que as cobranças relacionadas a esse tipo de vídeo estavam sendo reavaliadas desde 29 de fevereiro, tendo o caso ocorrido antes dessa data.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>#Leia mais sobre esse assunto <a href=" http://oglobo.globo.com/cultura/ecad-suspende-temporariamente-cobranca-de-blogs-que-inserem-videos-do-youtube-4272990#ixzz1pJ6F4WCf">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vídeo-case da Gol movimenta as redes sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 01:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Replay]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[GOL]]></category>
		<category><![CDATA[interatividade]]></category>
		<category><![CDATA[marketing de relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Ação da Gol foi transformada em vídeo-case e, mesmo não respeitando as regras do FB vai servir para inscrição nos festivais de publicidade mais renomados do ano. 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ação realizada pela Gol no ano passado, durante o Dia dos Namorados, que fez a fan page da empresa no Facebook pular de nove mil para 200 mil fãs voltou a ser foco de atenção dos interessados em redes sociais, interatividade, marketing de relacionamento etc.</p>
<p>Na ocasião a pessoa que tageasse o assento do avião na imagem divulgada tinha direito a um par de passagens para os destinos selecionados.</p>
<p>﻿</p>
<div id="attachment_2116" class="wp-caption aligncenter" style="width: 640px"><a href="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2012/03/golfanpage.jpg"><img class="size-full wp-image-2116" title="açãogol" src="http://www.vogg.com.br/wp-content/uploads/2012/03/golfanpage.jpg" alt="" width="630" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">200 mil fãs em três dias</p></div>
<p>Agora, quase um ano depois, a ação foi transformada em um vídeo-case. O curioso nisso tudo é que o vídeo, apesar de ir contra as regras da plataforma, servirá para inscrição nos festivais mais renomados de publicidade do ano.</p>
<p>Quem quiser checar o vídeo basta clicar: <a href="http://vimeo.com/36480048">http://vimeo.com/36480048</a></p>
<p>O que consideramos mais interessante com os holofotes voltados para a ação da Gol são os comentários que correm pela rede e os posicionamentos de profissionais e curiosos pelos temas que envolvem o case.</p>
<p>Valor da marca ou sedução superficial? Qualidade x quantidade de amigos ou seguidores. Ético e respeito às regras do FB. Fidelização de cliente. O debate segue longe do consenso, mas o case já valeu a pena até mesmo pela polêmica causada, que certamente trará ensinamentos e amadurecimento a todos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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